Isaías Rocha

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Famílias cobram ações para localizar PMs desaparecidos em Buriticupu

De O Estado

Os familiares do cabo da Polícia Militar Júlio César da Luz Pereira e do soldado Carlos Alberto Constantino Sousa, que estão desaparecidos desde o dia 17 de novembro do ano passado da cidade de Buriticupu, estão desde ontem em São Luís para cobrar do governo Flávio Dino e dos representantes da Assembleia Legislativa a elucidação do caso. Eles pretendem, ainda durante este mês, procurar auxílio da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo a polícia, esse caso está sendo investigando pela Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção a Pessoas (SHPP) e corre em segredo de Justiça. Após cinco meses, ainda não foi solucionado.

Os familiares estiveram no período da manhã de ontem na sede da Assembleia Legislativa, no Cohafuma, a maioria vestidos com camisas com as fotos dos militares desaparecidos e com uma mensagem de apelo como forma de sensibilizar os governantes para esclarecer esse desaparecimento. “Estou sentindo uma dor que não passa e vivo em aflição pela falta de informações verídicas sobre o paradeiro do meu filho”, desabafou Josefa Freire, de 69 anos, mãe do cabo César.

A idosa veio da cidade de Imperatriz, acompanhada das noras e de seus dois filhos. Ela disse que já faz mais de cinco meses do desaparecimento do cabo César e a polícia até o momento não solucionou o caso e não concede nenhuma informação aos familiares sobre o trabalho de investigação.

Envolvidos
O irmão do cabo Júlio César, Raimundo Pereira, declarou que a família acredita que há militares e até mesmo políticos envolvidos nesse caso. A ex-esposa do militar, Ana Reis, disse que a polícia afirmou que a investigação está em segredo de Justiça. Segundo ela, os familiares vieram à capital em busca de solução, mas, caso não encontrem apoio, vão procurar os representantes da ONU.

A mãe do soldado Alberto, Joana Constantino, de 70 anos, que mora em Santa Rita, disse que veio a São Luís com os seus dois filhos e um neto, de 15 anos para pedir explicações sobre o paradeiro do seu filho, pois, caso esteja morto, deseja pelo menos sepultar o corpo do filho. “O soldado Alberto é o meu filho. Eu que o criei e fui responsável pela sua educação”, desabafou Joana Constantino.

Os familiares dos militares foram recebidos pelo deputado Campos (DEM) e assessores do deputado Sousa Neto (Pros), que se comprometeram a cobrar mais empenho da Secretaria de Segurança Pública (SSP) na solução desse caso. Os parentes dos militares estão com uma reunião marcada para hoje, com os representantes da Comissão de Direitos de Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Maranhão (OAB/MA) e pretendem também uma audiência com o governador do estado, na sede do Palácio dos Leões.

Requerimento
No dia 14 de dezembro do ano passado, o deputado Sousa Neto (Pros) cobrou uma reposta sobre o desaparecimento dos militares ao governo comunista durante plenária na Assembleia Legislativa. Ele encaminhou ainda um requerimento ao secretário de Segurança Pública, delegado Jefferson Portela.

O parlamentar afirmou que Jefferson Portela e o comandante geral da Polícia Militar, coronel Frederico Pereira, não haviam prestado informações condizentes sobre a investigação desse fato. Ainda ontem, a resposta dada pelo secretário de Segurança e pelo coronel Frederico Pereira ao expediente formulado pelo deputado era desconhecida.

Entenda o caso
O soldado Alberto, lotado na cidade de Buriticupu, se apresentou no local de trabalho no dia 17 de novembro (data do desaparecimento), às 8h. O militar, segundo a polícia, pediu para sair mais cedo, sob a condição de se reapresentar para o trabalho no dia seguinte, o que não ocorreu.

Testemunhas contaram à polícia que, na noite do desaparecimento, o soldado Carlos Alberto Sousa foi visto em um veículo em companhia do cabo César, que era lotado na cidade de Estreito, circulando na zona rural do município de Buriticupu. A polícia ainda ontem não tinha pista dos desaparecidos.

Lei que proíbe Uber em São Luís é promulgada pelo presidente da Câmara

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Astro de Ogum (PR), promulgou no fim da manhã desta quarta-feira, 26, a Lei de nº 119/2015, proposta pela vereadora Luciana Mendes, que proíbe o uso do aplicativo Uber em São Luís.

A decisão veio após reunião do presidente da Casa com manifestantes da categoria dos taxistas, que ocorreu na terça-feira, 25 e a promulgação da lei foi a principal reivindicação feita pela comissão a Astro de Ogum.

Depois de aprovada no fim de 2016 pelo plenário da Câmara Municipal, a lei foi encaminhada ao prefeito Edivaldo holanda Júnior (PDT), que nunca sancionou.

Como houve omissão do prefeito da capital, a matéria retornou a Câmara Municipal para uma eventual promulgação.

“Sempre atendemos as minorias com muito respeito nesta Casa. O aplicativo deve ser suspenso até que a empresa se regularize”, explicou o presidente Astro de Ogum.

A lei já foi encaminhada para publicação no Diário Oficial no Município.

Instituto Cidade Solidária entrega alimentos às instituições beneficentes

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Os representantes dos Institutos Cidade Solidária, Instituto Viver e MEA- Movimento Ensinando e Aprendendo, realizaram nesta segunda-feira (24/04) a entrega dos alimentos não perecíveis arrecadados no seminário “Revitalização dos Rios Maranhenses e Suas Nascentes”, evento que reuniu cerca de 800 pessoas no mês de março, no auditório da Fiema, em São Luís. O ex-vereador Roberto Rocha Júnior também participou da entrega, representando o senador Roberto Rocha, que foi o idealizador do seminário.

A Fundação Antonio Brunno e a União dos Moradores do Bairro Vicente Fialho, foram as duas instituições beneficentes contempladas. Cada uma recebeu 200 quilos de alimentos, que irá ajudar na manutenção do trabalho social que elas desenvolvem.

Há seis anos, a Fundação Antonio Brunno presta apoio a pacientes com câncer vindos do interior do Maranhão, e sem condições de se manter em São Luís. A casa acolhe os pacientes e seus acompanhantes, lhes dando abrigo, alimentação, custeando exames, medicamentos, deslocamentos para as sessões de rádio e quimioterapia, atividades lúdicas e também auxilia com despesas funerárias dos pacientes mais humildes.

“É uma grande alegria receber todos vocês aqui, e todo esse alimento que vocês trouxeram, nós transformaremos tudo em amor. Esses alimentos irão nos ajudar na manutenção do nosso projeto, que é fazer o bem e ajudar esses pacientes carentes. Quando alguém nos visita, vem trazido pela solidariedade e pela vontade de fazer o bem”, disse Luzia de Fátima, coordenadora da Fundação.

A segunda instituição a receber a doação, foi a União dos Moradores do Bairro Vicente Fialho, que faz um trabalho social voltado para famílias necessitadas da região. Entre as atividades oferecidas, há exercícios para idosos, reforço escolar, aula de música, aula de dança, jiu jitsu, curso de computação, entre outros.

Segundo o presidente da entidade, Antonio Costa (Francês), os alimentos serão reunidos em cestas básicas e doados às mães carentes que irão participar da festa que a instituição está organizando para comemorar o Dia das Mães.

Representando o senador, Roberto Rocha Júnior aproveitou a oportunidade para agradecer a todas as pessoas que participaram do seminário, e que colaboraram com a doação dos alimentos: “Nós agradecemos a todos os parceiros, a todas as pessoas que participaram do evento, pois foram elas que fizeram com que essa doação fosse possível. Tanto a Fundação Antonio Brunno, quanto a União dos Moradores da Vicente Fialho são merecedoras, pelo trabalho social que fazem de amor e acolhimento ao próximo”, elogiou Rocha Júnior.

De acordo com o diretor executivo do Instituto Cidade Solidária, Liviomar Macatrão, seis seminários sobre a revitalização dos rios maranhenses e suas nascentes já estão previstos para acontecer. O próximo, será no dia 26 de maio, na cidade de Pedreiras, e a entrada também será um quilo de alimento não perecível, que será doado para entidades carentes da região do Médio Mearim.

“O objetivo do seminário, além de debater as estratégias para salvar os rios do nosso estado, é também fazer o bem. E, hoje, estamos aqui, com muita alegria, entregando esses alimentos, pois sabemos que estamos contribuindo com duas instituições que realizam um trabalho social exemplar”, ressaltou.

Justiça arquiva inquérito contra os vereadores Astro de Ogum e Pereirinha

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O juiz da 7ª Vara Criminal de São Luís, Clésio Coêlho Cunha, aceitou  o pedido da defesa e arquivou o inquérito em que o presidente da Câmara Municipal de São Luís, Astro de Ogum (PR) e o ex-presidente da Casa, Isaías Pereirinha (PSL) figuravam na condição de indiciados. Aberto em janeiro de 2014, o inquérito sobre Astro e Pereirinha, conhecido como ‘Caso Bradesco’, apurava a veracidade de notícias publicadas em blogues e jornais locais e em ofício da Promotoria Especializada na Defesa do Patrimônio Público e Probidade Administrativa acerca de constatação pelo COAF/MF de movimentação atípica a partir do ano de 2007 até o ano de 2010.

No pedido, a defesa alegou constrangimento ilegal aos investigados pelo fato de a investigação por suposta prática dos crimes de Peculato e Formação de Quadrilha, atribuída aos envolvidos, já se arrastar por três anos sem indícios de autoria e nem sequer prova da materialidade dos fatos criminosos, mesmo depois de o Inquérito Policial ser seguidas vezes devolvido aos órgãos de investigação de origem a pedido do Ministério Público Estadual.

“Releva anotar que até a presente data não há indiciados, portanto deve-se de imediato retificar o registro no sistema Themis e retirar os nomes de [Antônio] Isaias Pereira [Filho] e Generval Martiniano Moreira Leite [Astro de Ogum], da qualidade de indiciados, como consta da capa do processo. O longo tempo, quase um lustro, para conclusão de um inquérito policial que apura um caso de pequena complexidade, é um caso evidente de constrangimento ilegal aos investigados, que não podem viver eternamente na qualidade e com o peso de investigados”, argumenta a defesa em seu pedido.

CONSTRANGIMENTO ILEGAL
Mesmo sem indícios de autoria ou prova da materialidade, numa investigação que já arrastava por três anos, no início deste mês, o Ministério Público chegou a pedir novamente a devolução do Inquérito Policial à 7ª Vara Criminal, para a devida conclusão no prazo de 90 dias, mas o juiz Clésio Coêlho Cunha indeferiu o pedido, alegando que pela ausência de indiciados, não foi possível identificar autores.

Cunha afirma que o inquérito policial não poderia alcançar quase um lustro de investigação sem indicar materialidade do crime e indícios de autoria. Por conta disso, em sua decisão, o juiz reconheceu o constrangimento ilegal a que estão submetidos os vereadores investigados, e a eles concedeu Habeas Corpus para a fim de trancar o inquérito nº 007/2014-SEIC.

“O Inquérito foi devolvido em 04 de abril de 2017 a esta 7ª Vara Criminal, acompanhado de um encadernamento contendo extratos bancários (…), sem relatório conclusivo, fazendo-se crê, pela ausência de indiciados e envio ao juízo sem pedido de prazo para conclusão, que não foi possível identificar autores. Para eventual crítica a esta decisão, mesmo num entendimento extremando, alongado, a Lei Processual Penal nem norma que possa se extrair da lei processual, permitem a interpretação de que inquérito policial pode perdurar por anos, sendo assim, reconheço de ofício o Constrangimento Ilegal a que estão submetidos Generval Martiniano Moreira Leite e Antônio Isaias Pereira Filho, e a eles concedo Habeas Corpus para o fim de trancar o inquérito policial nº 007/2014-SEIC, instaurado por Portaria sob o número 12.656/2014”, determinou o juiz.

FATOS ESCLARECIDOS
O vereador Astro de Ogum se manifestou ao saber da notícia. Ele voltou a repetir o que sempre tinha dito que, cedo ou tarde, os fatos seriam esclarecidos. “Nós não tínhamos como ficar todo esse tempo com uma lança apontada para nossas cabeças, sem que nenhum fato, efetivamente, nos incriminassem. Eu não tinha dúvida que mais certo ou mais tarde isso iria acontecer. Sempre acreditei no trabalho da Justiça e das autoridades constituídas”, afirmou o presidente.

Justiça cassa prefeito de Magalhães de Almeida

O juiz Isaac Diego Silva, da 51ª Zona Eleitoral, cassou os diplomas do prefeito e do vice-prefeito de Magalhães de Almeida, respectivamente, Tadeu de Sousa (PMDB) e Francisco das Chagas Vieira (PP).

A dupla foi acusada, em Ação de Investigação Judicial Eleitoral, de abuso de poder político e econômico durante a campanha eleitoral de 2016.

Além de cassados, eles foram considerados inelegíveis por oito anos e condenados ao pagamento de multa de mais de R$ 55 mil.

O vereador Antônio Castro também teve o diploma cassado e punido com inelegibilidade.

Mesmo com as irregularidades, Tadeu de Sousa venceu a eleição com apenas 80 votos de vantagem sobre seu adversário, Costa Júnior (PCdoB).

O peemedebista teves 4.895 votos, contra 4.815 do comunista.

Como a votação do prefeito cassado foi superior a 50% dos votos válidos, Magalhães de Almeida deve ter nova eleição, caso o TRE-MA confirme a decisão do juiz de base.

Veja abaixo a sentença

SENTENÇA pt. 01
SENTENÇA pt. 02

MP protocola nova ação contra Júnior Marreca

O Ministério Público do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itapecuru-Mirim, ajuizou, no último dia 18, Ação de Improbidade Administrativa contra o ex-prefeito do Município (2005-2012) e atualmente deputado federal Junior Marreca.

O ex-gestor teve as contas do exercício financeiro de 2008 julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), que lhe impôs multas e débitos que totalizaram R$ 533.684,98. De acordo com o relatório de informação técnica do TCE-MA, dentre as principais irregularidades está o registro de despesa sem a apresentação de nota fiscal, o que afronta o princípio da legalidade.

Para a promotora de justiça Flávia Valeria Nava Silva, titular da 1ª Promotoria de Itapecuru-Mirim, a conduta de Júnior Marreca também configura ato de improbidade administrativa. “Ele agiu com consciência e vontade própria, atentando contra os princípios da administração pública e causando prejuízo ao erário”, destacou.

Diante da situação, o Ministério Público requereu à Justiça a concessão de liminar para a decretação da indisponibilidade dos bens do ex-prefeito. Foi requerida, ainda, a condenação de Júnior Marreca para o ressarcimento integral dos danos ao município no valor de R$ 533.684,98; suspensão dos direitos políticos por oito anos; pagamento de multa civil de 100 vezes o valor da remuneração do ex-gestor no exercício do mandato; e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais pelo prazo de cinco anos.

PF investiga esquema de lavagem internacional de dinheiro no MA

A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (26) a Operação Perfídia, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro internacional, blindagem patrimonial e evasão de divisas com ramificações em pelo menos cinco países.

Cerca de 200 policiais federais cumprem 103 mandados judiciais, sendo 55 de busca e apreensão, 46 de condução coercitiva e dois de prisão temporária. As ações se concentram no Distrito Federal, mas também ocorrem na Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins.

As investigações começaram a partir de uma prisão em flagrante ocorrida na imigração do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília/DF, em agosto de 2016. A Polícia Federal investiga se integrantes da organização realizavam operações de câmbio não-autorizadas, além de dissimularem a aquisição de imóveis de alto valor e promover a evasão de divisas. Para isso, eles se utilizavam de “laranjas” e falsificavam documentos públicos, especialmente certidões de nascimento emitidas em cartórios no interior do Brasil.

O denominado núcleo duro do grupo, formado por proprietários de postos de gasolina, agências de turismo, lotéricas, entre outros estabelecimentos, era responsável pela aquisição fraudulenta de imóveis e ativos para fins de lavagem de dinheiro. Somente em uma das operações de compra e venda identificada pela PF o negócio chegou a R$ 65 milhões. A organização criminosa conta ainda com o apoio de advogados, contadores, serventuários de cartórios, empregados de concessionárias de serviços públicos e até de um servidor da Polícia Federal.

Em ação realizada ainda no ano de 2016, em endereços ligados a um dos integrantes do núcleo duro, foram encontrados documentos que apontam para uma empresa do tipo offshore controlada pela organização no exterior que pode ter realizado movimentações que excedem US$ 5 Bilhões. Perfídia O nome da operação é uma referência à traição e deslealdade dos integrantes do núcleo duro da organização criminosa com o País.

Justiça decreta indisponibilidade de bens do prefeito de Barra do Corda

Decisões assinadas pelo juiz Antônio Elias de Queiroga Filho, titular da 1ª vara da comarca de Barra do Corda, determinam a indisponibilidade dos bens do prefeito do município, Wellryk Oliveira Costa da Silva, e do Coordenador de Receitas e Despesas da Prefeitura, Oilson de Araújo Lima.

O magistrado decreta ainda a indisponibilidade dos bens da empresa A.J.F. Júnior Batista Vieira e de seu proprietário, Antonio José Fernando Júnior Batista Vieira. As decisões foram prolatadas em duas Ações Civis Públicas por Atos de Improbidade Administrativa com Pedido de Liminar interpostas pelo Ministério Público Estadual em desfavor dos réus.

Ausência de documentação

Em uma das ações (Processo 1446-11.2017.8.10.0027), o autor alega que, em fevereiro de 2013, após convênio celebrado entre a Prefeitura de Barra do Corda e a Secretaria de Cultura do Estado do Maranhão para angariar recursos públicos no valor de R$ 412 mil (quatrocentos e doze mil) para as festividades do Carnaval 2013 no município, o prefeito contratou a empresa “Vieira e Bezerra Ltda” para a realização de shows no período de 02 a 12 de fevereiro.

Segundo o MPE, “a contratação foi feita mediante o processo de inexigibilidade de licitação n 00.023/2013, de forma irregular, tendo em vista a ausência da documentação necessária para a realização do contrato”, a exemplo do relatório de inexibilidade de licitação com justificativa para a contratação direta da empresa citada; comprovante de publicação do extrato do contrato Inexibilidade no Diário Oficial do Estado do Maranhão; e decreto municipal delegando poderes ao servidor Oilson de Araújo Lima para assinar, na qualidade de coordenador de despesas, o termo de ratificação de inexigibilidade e contrato entre a Prefeitura de Barra do Corda e a “Vieira e Bezerra Ltda”.

Na outra ação movida pelo MPE em desfavor dos réus (processo 1447-93.2017.8.10.0027), o autor alega que o prefeito firmou contrato com a mesma empresa referida anteriormente (Vieira e Bezerra Ltda), “para prestação de serviços de locação, montagem e desmontagem de estrutura de palco, sonorização, iluminação, gerador, banheiro ecológico, camarotes, arquibancada e equipe de segurança para a realização do Carnaval 2013”. De acordo com o MPE, o processo licitatório relativo à contratação (Pregão Presencial n 001/2013), apresentou irregularidades, em virtude da ausência de documentações necessárias, entre os quais a planilha de consulta de preços; portaria de nomeação de pregoeiro e membros da equipe; documento com autorização para realização da licitação assinado por autoridade competente; Parecer Jurídico sobre a Minuta do edital de licitação e sobre a minuta do contrato.

O comprovante de publicação de aviso de licitação no Diário Oficial da União e em jornal de grande circulação no Estado do Maranhão; o atestado de qualificação técnica na forma exigida pelo edital de licitação; comprovante de publicação do resultado do pregão; portaria designando servidor para acompanhar a execução do contrato e documentos relativos ao processo de liquidação e pagamento à empresa contratada também são elencados pelo MPE.

Para o autor da ação, a ausência da documentação induz à prática de atos que causaram prejuízos ao Erário, uma vez que “acarretou a prestação de bens/serviços por preço superior ao de mercando, frustrando a licitude do processo licitatório, permitindo, assim, o enriquecimento ilícito de terceiros”.

Gravidade – Em ambas as ações, o juiz ressalta a gravidade das acusações que pesam contra os réus. Para o magistrado, a ausência de farta documentação necessária ao processo licitatório leva à conclusão de que várias etapas foram simplesmente ignoradas. Na visão do magistrado, o intuito foi o de “escamotear a própria finalidade da competição entre eventuais concorrentes”.

Wellington convida maranhenses a participar de reunião do Parlamento Amazônico, em Imperatriz

Imperatriz irá sediar a XI Reunião do Parlamento Amazônico, no próximo dia 27, na Câmara Municipal. O deputado estadual Wellington do Curso (PP) destacou que a meta do grupo de parlamentares é buscar soluções para problemas vivenciados na Amazônia Legal, com alternativas que aliem desenvolvimento sustentável e crescimento econômico.

O Parlamento Amazônico é formado por deputados estaduais dos nove estados que compõem a Amazônia Legal brasileira: Amazonas, Acre, Amapá, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins.

“Imperatriz receberá 09 Estados da Amazônia Legal, inclusive a representatividade do próprio Maranhão. É um evento de grande importância e que faz com que a atenção nacional seja voltada para Imperatriz e, por conseguinte, para o Maranhão. Iremos discutir e buscar soluções para os problemas vivenciados e, assim, articular possíveis soluções, buscando o desenvolvimento econômico e sustentável”, disse Wellington.

A 11ª reunião iniciará com a palestra sobre a Lei geral do Licenciamento Ambiental, tendo o Ministro do Meio Ambiente Sarney Filho como palestrante e o deputado estadual Adjunto Afonso (PDT/AM), que é Presidente da UNALE, como mediador.

Posteriormente, se debaterá sobre a instalação da Frente Parlamentar Brasil/China nas Assembleias Legislativas e Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura da Região Amazônica, com o Senador Roberto Rocha (PSB/MA) e mediador o deputado estadual Sandro Locutor (PROS-ES), ex-Presidente da UNALE. Logo em seguida, o deputado dederal Décio Nery de Lima (PT/SC), relator da PEC 56/2007, ministrará palestra sobre a Emancipação dos municípios, tendo como mediador o deputado federal André Fufuca (PP/MA), 2º Vice Presidente da Câmara Federal.

Finalizando o ciclo de debates, se discutirá sobre as desigualdades educacionais e o custo na Região Amazônica, tendo por palestrante o deputado estadual Sidney Leite (PROS/AM), que é Presidente Comissão de Educação (ALAM) e como mediador o deputado Wellington do Curso (PP/MA), que é Secretário do Parlamento Amazônico.

Câmara de São Luís vai usar redes sociais para aproximar população do Legislativo

As redes sociais são a segunda maior mídia de massa depois da TV e a maior mídia dentro da internet, segundo pesquisa encomendada ao Ibope, em março de 2014, pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Pensando nisso, a partir da próxima semana, a Câmara Municipal de São Luís (CMSL), vai utilizar esses aplicativos eletrônicos para tentar aproximar, ainda mais, o público das questões relevantes em aprovação no Legislativo da capital maranhense.

Para marcar sua presença nas novas tecnologias de comunicação, por meio das quais pessoas e instituições se conhecem e se dão a conhecer, trocam ideias e informações, se manifestam sobre assuntos de seu interesse e interagem com diferentes atores sociais, a Superintendência de Comunicação da Câmara começou um processo de adequação para permitir a divulgação dos trabalhos e ações do Poder Legislativo ao meio digital.

Esse trabalho, que será coordenado pela jornalista Carla Lima, propiciará a divulgação ampla das atividades parlamentares, como reuniões, visitas técnicas, audiências públicas e projetos de lei em tramitação. As páginas da Câmara nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e YouTube) terão o objetivo de atrair e aproximar a população da Casa.

Além do seu portal na internet, em que são divulgados os dados e informações sobre atividade legislativa e prestações de contas, o Parlamento ludovicense também vai marcar presença nas principais redes sociais, ampliando e conferindo maior atratividade e eficácia à sua estratégia comunicativa.

Quem acessar as páginas e os perfis da Câmara poderá, além de se informar sobre as ações dos vereadores, participar do processo legislativo, dando sua opinião em relação às proposições ou acompanhando as reuniões parlamentares e audiências públicas.

COMPROMISSO E TRANSPARÊNCIA

De acordo com a diretora da Comunicação da Câmara, Itamargareth Correia Lima, a ampliação da divulgação das atividades legislativas nas redes sociais para melhor informar os ludovicenses é mais um compromisso do vereador Astro de Ogum (PR), que quando assumiu a Presidência da Câmara, anunciou que colocaria entre as prioridades de sua gestão uma atuação mais eficiente da Casa na internet conferindo ainda mais transparência aos atos praticados e garantindo à população da capital maranhense mais um meio de interação com o Parlamento.(IR)

“Assim que assumiu a Presidência da Câmara, o vereador Astro [de Ogum] anunciou que colocaria entre as prioridades de sua gestão uma atuação que pudesse garantir à população da capital maranhense uma interação com o Parlamento. E, nesse quesito as redes sociais servem como um grande canal pra discutir diretamente com as pessoas aquilo que interessa a vida delas, e que necessariamente passa pelo Legislativo”, diz Itamargarethe Lima.

Ela disse ainda que a Câmara se esforça para se modernizar a cada dia, apesar das já conhecidas dificuldades que enfrenta, por se tratar de órgão público. No entanto, ciente dos muitos passos que ainda precisa caminhar, Astro de Ogum, segundo Itamargarethe Corrêa Lima, aprimorará ainda mais a Comunicação da Casa, que em breve terá as suas sessões sendo transmitidas ao vivo por uma emissora de TV aberta.

“Por ser a Casa do Povo, o objetivo principal do Legislativo da capital maranhense é informar da melhor maneira possível todos os cidadãos ludovicenses”, completou a diretora da Comunicação da Câmara.

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