Lula diz que quer ser cabo eleitoral de Flávio Dino

O ex-presidente Lula declarou hoje (21), no Twitter, que não pretende mais ser candidato à Presidência da República.

Segundo ele, apesar de saber que ainda viverá muito tempo, a esquerda tem nomes bons para representar os progressistas nas próximas eleições.

O petista citou nominalmente o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) – derrotado por Jair Bolsonaro em 2018 – e o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). E disse que pretende ser cabo eleitoral.

“Eu já disse que não preciso ser candidato outra vez, apesar de achar que vou viver até os 120 anos kkkk… O PT tem muita gente boa, tem o companheiro @Haddad_Fernando. O PCdoB tem o @FlavioDino. Eu quero ser cabo eleitoral”, escreveu.

Ex-deputado Zé Genésio pede funcionamento de 15 novos leitos no Hospital Macrorregional de Pinheiro

O ex-deputado José Genésio Mendes Soares – o Zé Genésio (PSDB), pai do prefeito de Pinheiro, João Luciano da Silva Soares – o Luciano Genésio (Progressistas), usou suas redes sociais, essa semana, para solicitar do governador Flávio Dino e do secretário de Saúde do Estado, Dr. Carlos Lula, em caráter de urgência e emergência, providências para o funcionamento de 15 novos leitos que estão montados no Hospital Regional da Baixada Maranhense Dr. Jackson Lago, conhecido como Hospital Macrorregional de Pinheiro.

Em seu comentário, o ex-parlamentar destacou a sugestão se faz necessário em função da situação que Pinheiro vem enfrentado uma vez que é referência para o atendimento da Baixada Maranhense. “Como em todo lugar a demanda está muito alta, maior que a capacidade de atendimentos”, destacou.

De acordo com Zé Genésio, as estruturas estão montadas, mas faltam os ventiladores e os funcionários para trabalhar para que estes quinze novos leitos possam funcionar. “Então, diante do avanço dos casos do Covid-19 na região, nossa população  precisa que seja agilizado  o mais rápido possível o funcionamento desses leitos. Faço esse pedido porque tenho acompanhado e observado a situação pra onde estamos caminhando”, completou.

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Gostaria de solicitar ao Governador Flávio Dino e ao Secretário de Saúde do Estado, Dr. Carlos Lula,  que verificassem a situação que Pinheiro vem enfrentado uma vez que é referência para o atendimento da Baixada Maranhense.  Como em todo lugar a demanda está muito alta, maior que a capacidade de atendimentos.

O Hospital Macro Regional está com  15 novos leitos montados para funcionar mais estão faltando os ventiladores e os funcionários para trabalhar nesses leitos. Então, diante do avanço dos casos do Covid-19 na região, nossa população  precisa que seja agilizado  o mais rápido possível o funcionamento desses leitos. Faço esse pedido porque tenho acompanhado e observado a situação pra onde estamos caminhando.

Ex-deputado Zé Genésio.

Anvisa é contra túnel de desinfecção que ela mesmo diz ser favorável para conter contaminação

Nota da agência reguladora questionando a eficácia do equipamento gera polêmica por que contraria parecer favorável da própria autarquia.

Documento da Anvisa sobre túnel de desinfecção contraria a própria autarquia

Uma nota técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada essa semana em seu site, revela desconhecimento sobre o controle de documentos e pareceres emitidos pela própria autarquia ao tratar de comprovação da eficácia métodos ou procedimentos de equipamentos, alimentos, agrotóxicos e outros produtos sujeitos à vigilância sanitária.

Essa é a avaliação que se observa ao analisar alguns registros da agência reguladora obtidos com exclusividade pelo blog do Isaías Rocha. Nota emitida na última quarta-feira (13), por exemplo, a Anvisa diz que não há comprovação da eficácia do método  do uso de câmaras, cabines e túneis de ozônio com o objetivo de desinfectar pessoas. Além disso, afirma ainda que o produto borrifado não seria eficiente contra coronavírus.

“Não foram encontradas recomendações por parte de órgãos como a Organização Mundial da Saúde sobre a desinfecção de pessoas no combate à Covid-19, na modalidade de túneis ou câmaras”, e que “não foram encontradas evidências científicas, até o momento, de que o uso dessas estruturas para desinfecção sejam eficazes no combate ao ARS-CoV-2”, informa a Anvisa em trechos de sua nota técnica.

Mesmo sem apresentar um único caso no país sobre a reação em pessoas que passaram pelo túnel, o comunicado da Anvisa afirma que o uso de quaternários de amônio, a substância química que é borrifada nos túneis, pode causar irritação de pele e das vias respiratórias, e que as pessoas que se expõem constantemente aos produtos podem desenvolver alergias.

A nota vem após alguns estabelecimentos aderirem ao uso de câmaras, cabines e túneis de ozônio, por exemplo. Em Bacabeira, a prefeitura usa o equipamento de descontaminação para evitar a proliferação do vírus. Com a notícia, os adversários aproveitaram a oportunidade para tirar proveito politico, espalhando medo e tentando desarticular ações de enfrentamento à pandemia.

Relatório da agência reguladora diz que equipamentos ajudam a conter a contaminação e propagação de agentes infecciosos

Curioso é que ao emitir o documento, a agência não levou em consideração outra nota técnica – a de nº 32/2020/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA – publicada no dia 8 de abril de 2020, em que demonstra ser favorável à utilização do dispositivo tecnológico como forma de conter o surto e limitar a contaminação e propagação de agentes infecciosos.

“Em nosso entendimento, a utilização de equipamentos, dispositivos, máquinas, drones, robôs e outras tecnologias que atuem de forma rápida e em larga escala são uma boa alternativa para o controle de doenças patogênicas, com alta virulência, e podem ajudar a conter o surto e limitar a contaminação e propagação de agentes infecciosos, e o equipamento em análise é um bom exemplo disso”, destacou o órgão.

O relatório favorável da Anvisa sobre o uso da tecnologia que utiliza sistema de sanitização com água ozonizada realiza a descontaminação a partir de água misturada com ozônio, consta de uma solicitação da empresa Astech Serviços e Fabricação Ltda junto ao Ministério da Saúde no sentido de que seja avaliada proposta com o objetivo de que seja oportunizada à empresa uma chance de demonstrar e testar equipamento para uso específico em assistência à saúde, como meio de controlar a infecção hospitalar cruzada tendo como transmissão indireta do agente infeccioso o ar ambiente desses locais.

Em sua análise, além de ser conveniente ao uso da tecnologia geradora de gás ozônio , a Anvisa  afirmou que o equipamento  tem baixo risco à saúde e por esse motivo não se enquadra na definição de produto médico, por não possui indicação de uso para prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação ou anticoncepção.

“À luz das disposições da Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 59, de 17 de dezembro de 2010, que trata dos procedimentos e requisitos técnicos para a notificação e registro dos produtos saneantes, também não é possível enquadrar o SANITECH nesse conceito, não requerendo registro ou notificação (registro com requisitos mais simples para produtos de baixo risco à saúde) junto à Coordenação de Saneantes (COSAN/GHCOS)”, completou.

Por fim, em seu relatório conclusivo, a autarquia informa que diante do exposto, levando em conta que o equipamento não é considerado um produto para saúde (RDC nº 185/2001) nem um produto saneante (RDC nº 59/10), não será necessário a autorização da Anvisa para sua fabricação e respectiva comercialização nos termos da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976.

“Assim, manifestamo-nos de forma favorável quanto à pretensão da empresa ASTECH em obter uma oportunidade para apresentar e testar os seus equipamentos no âmbito da Assistência à Saúde, momento em que se poderá realizar a comprovação efetiva de sua eficácia”, concluiu o parecer da agência reguladora que é vinculada ao Ministério da Saúde.

No sistema de Conferência de Autenticidade de Documentos, três funcionarios aparecem na lista de assinaturas da nota técnica. São eles: Gunther Carvalho Blank, que é especialista em Regulação e Vigilância Sanitária; Itamar de Falco Júnior, gerente de Produtos de Higiene, Perfumes, Cosméticos e Saneantes; e Webert Goncalves de Santana, que atua como coordenador de Saneantes.

BAIXE OS DOCUMENTOS

Leia na íntegra todas as informações e os esclarecimentos da Anvisa na Nota Técnica 32/2020.

A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://sei.anvisa.gov.br/autenticidade, informando o código verificador 0974058 e o código CRC 880910D2

TÉCNICA DIVERGE OPINIÕES 

Não é de hoje que a técnica que usa gás ozônio contra infecções, inflamações e dor causa polêmica no meio médico do país. A ozonioterapia, uma mistura de gás oxigênio e ozônio, tem sido usada há mais de cem anos para tratar problemas circulatórios, feridas infectadas, queimaduras, hérnia de disco e é até como terapia complementar para o câncer.

No entanto, a aprovação de um Projeto de Lei no Senado que autoriza a prescrição da técnica no Brasil, em 2018, colocou médicos especialistas e entidades do setor em lados opostos da discussão sobre o assunto.

De acordo com o projeto (PLS 227/2017), de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), poderão ser tratados com ozonioterapia os pacientes que optarem pelo procedimento e que tiverem indicação médica para se submeterem a ele.

Valdir Raupp argumenta, na justificativa do projeto, que o método tem baixo custo e elevado grau de eficácia, concorrendo, inclusive, para reduzir os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Colocar os tratamentos complementares em Medicina como opção para os pacientes brasileiros representa um passo decisivo na democratização do direito à saúde e equilíbrio das contas públicas”, argumenta o senador em sua justificativa.

O PL recebeu parecer favorável na Relatoria do Senado, em dezembro daquele ano. Logo, após sua aprovação, o Conselho Federal de Medicina (CFM) chegou a emitir uma nota de repúdio, com apoio de outras 24 entidades médicas de representação nacional. No documento, a entidade argumenta que autorizar a oferta da técnica sem a certeza de sua eficácia e segurança “expõe os pacientes a riscos, como retardo do início de tratamentos eficazes, avanço de doenças e comprometimento da saúde”, alertou.

Por outro lado, a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz) argumenta que, se a técnica for aprovada, poderá reduzir entre 20% e 80% os gastos do Sistema Único de Saúde  (SUS) ao substituir tratamentos convencionais para algumas doenças. “O ozônio vai reduzir a internação dos pacientes, o consumo de remédios e gerar economia”, detalhou a ex-presidente da Aboz, Maria Emília Gadelha.

Os defensores do método vão além da discussão científica e dizem que a ozonioterapia não prospera no país porque contraria interesses da indústria. “O interesse é da indústria farmacêutica e da indústria de material médico hospitalar”, relata. “Esse lobby contrário ao direito constitucional do acesso ao tratamento de saúde é muito grave, é uma irresponsabilidade. Se espera que o CFM, enquanto entidade médica que zela pela ética médica, deveria se preocupar em ter uma postura responsável em relação à população brasileira”, rebate Gadelha.

Em Bacabeira, túnel é uma das medidas contra o coronavírus

TRATAMENTO OFERECIDO PELO SUS

Apesar de ser reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia e de ter um parecer favorável do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) para utilização da água ozonizada como recurso terapêutico para o tratamento de feridas pelos profissionais de Enfermagem, a Ozonioterapia ainda não tinha sido reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina como um procedimento médico legítimo, mas em 2018, a técnica teve parecer favorável pelo CFM, em caráter experimental e complementar, conforme resolução com as normas de utilização publicada no Diário Oficial da União (DOU) do dia 10 de julho do mesmo ano.

A ozonioterapia pode ser aplicada por diversas vias de administração, como: endovenosa, retal, intra-articular, intramuscular, intravesical, entre outros. O tratamento também pode ser feito pela ingestão de água ozonizada ou pela aplicação de óleo ozonizado na pele, conforme recomendação médica.

Segundo o Ministério da Saúde, a técnica é complementar e auxilia o tratamento de doenças como o câncer, dores e inflamações crônicas, infecções variadas, além de feridas, queimaduras e problemas vasculares em que haja redução do fluxo sanguíneo. Um dos resultados da ozonioterapia é levar mais oxigênio para os tecidos do corpo, o que contribui para reduzir quadros inflamatórios e regular o sistema imunológico do paciente.

Em março de 2018, o órgão anunciou a inclusão da ozonioterapia e de mais nove tratamentos, chamados de “Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS)”, na rede pública. Ao todo, o SUS oferece 29 modalidades de tratamento. O mecanismo é oferecido gratuitamente a pacientes de odontologia, neurologia e oncologia, quando houver recomendação médica e interesse do paciente.

OZÔNIO USADO PARA MATAR BACTÉRIAS

Em dezembro de 2010, cientistas encontraram no ozônio uma forma de combater bactérias super-resistentes. Na época, uma reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, veiculou uma reportagem mostrando que o Hospital das Clínicas de São Paulo investigou se esta técnica funcionava com as bactérias super-resistentes, que os antibióticos não conseguem destruir e que provocam mortes por infecção hospitalar. O resultado dessa pesquisa, segundo a descoberta, pode salvar vidas.

Foi baseado em todas essas evidências científicas que muitas prefeituras no país – incluindo a de Bacabeira e Santa Rita – passaram a usar os túneis de ozônio com uma das medidas para tentar conter o avanço do novo coronavírus (Covid-19). No município bacabeirense, não existe registros de casos de pessoas que tenham apresentado reações pelo uso do mecanismo.

Maranhão tem recorde de mortes por Covid em 24h

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) notificou, nesta sexta-feira (15), mais 853 novos casos positivos de Covid-19 no Maranhão, 253 estão Grande Ilha e 600 no interior. De acordo com os dados, sobe para 11 mil 592, o número de casos positivos, sendo 524 óbitos e 2 mil 761 pessoas recuperadas.

Atualmente, 184 municípios têm casos confirmados de Covid-19 no estado.

Mais vinte e oito óbitos foram registrados em doze municípios maranhenses, sendo: Guimarães (1), Imperatriz (1), Santa Rita (1), Santa Inês (1), Olinda Nova (1), Codó (1), Paço do Lumiar (1), Itinga do Maranhão (1), Porto Franco (1), Alto Alegre do Maranhão (1), Zé Doca (2) e São Luís (16).

A SES registra ainda 767 profissionais de saúde infectados pelo novo coronavírus no Maranhão. Destes, 680 já estão recuperados.

Quando analisados os casos positivos de Covid-19, a razão por sexo aponta 5936 (51%) casos em pessoas do sexo feminino e 5656 (49%) em pessoas do sexo masculino.

Em São Luís, a taxa de ocupação de leitos de UTI para a Covid aumentou bastante e chegou a 98,01 por cento. A taxa de leitos clínicos é de 94,35 por cento. No interior, a taxa de ocupação de leitos de UTI é de 78,26 por cento e a taxa de leitos clínicos de 60,00 por cento.

Até o momento, o Maranhão contabiliza 22 mil 792 testes para diagnóstico de Covid-19.

Flávio Dino critica Bolsonaro após demissão de Teich

O governador Flávio Dino (PCdoB) criticou, nas redes sociais, a demissão, nesta sexta-feira (15), do ministro da Saúde, Nelson Teich.

Flávio Dino disse que as instituições precisam julgar os atos de Bolsonaro antes que ele provoque um desgaste em meio ao avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

“A confusão que Bolsonaro cria é única no planeta. Espero que as instituições julguem o quanto antes a produção de tantos desastres, entre os quais a demissão de dois ministros da Saúde em meio a uma gigantesca crise sanitária. O Brasil merece uma gestão séria e competente”, disse.

O secretário de Saúde, Carlos Lula também se manifestou: “E no meio da pandemia mais uma vez se perde o comando do Ministério. No meio de uma guerra, estamos trocando os generais. Difícil dar certo desse jeito”.

O ex-ministro Luiz Henrique Mandetta também se manifestou: “Oremos. Força SUS. Ciência. Paciência. Fé!”.

Nelson Teich pediu demissão por conta de desentendimentos com o presidente Jair Bolsonaro durante a semana. Eles discordaram durante a semana de temas como uso da cloroquina e medidas de isolamento.

Nelson Teich pede demissão do Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão nesta sexta-feira (15). Ele ficou no cargo apenas 28 dias após a demissão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta.

Em nota, o MInistério da Saúde informou que Nelson Teich pediu demissão.

Nelson Teich e Jair Bolsonaro discordaram durante a semana de temas como uso da cloroquina e medidas de isolamento.

Durante a semana, Teich passou por uma “humilhaçào”ao ser informado por jornalistas durante coletiva do decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica.

Ontem, Bolsonaro sugeriu aos empresários para que ajudem a derrubar o isolamento social…

…. Só falta Bolsonaro sentar na cadeira do ministro da Saúde, pois até remédio para a Covid-19 ele já receitou.

Braide apresenta Projeto de Lei para garantir pensão a famílias vulneráveis

O deputado federal Eduardo Braide apresentou, na quarta-feira (13), o Projeto de Lei 2598/2020, que concede pensão especial aos dependentes de pessoas vulneráveis que faleceram em consequência do coronavírus (Covid-19), durante a pandemia.

“Este PL vem auxiliar uma considerável parcela de brasileiros que não tem condições de contribuir para a previdência, vive de trabalho informal ou mesmo enfrenta o desemprego; e que, ainda assim, precisa de alguma forma obter sustento para suas famílias. Essas pessoas se, por infelicidade, vierem a falecer em consequência do coronavírus (Covid-19), deixarão suas famílias totalmente desamparadas. Por isso, é preciso tentar minimizar as dificuldades na vida dessas famílias”, explicou Braide.

Segundo o PL 2598/2020, terão direito à pensão especial: cidadão brasileiro maior de 16 (dezesseis) anos de idade; não tenha emprego formal ativo; não seja titular de benefício previdenciário ou beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado, o Bolsa Família; e que cuja renda familiar mensal per capita seja de até 1/4 (um quarto) do salário mínimo.

“Estão sendo deliberadas e aprovadas diversas proposições que tratam da proteção da nossa sociedade. Propostas que protegem os trabalhadores como o Auxílio Emergencial. A nossa proposta vem justamente atender aos dependentes das famílias vulneráveis vítimas do coronavírus”, justificou o deputado.

Ainda de acordo com o PL 2598/2020, para ter direito ao benefício da pensão especial, que será no valor de 1 salário mínimo, serão considerados dependentes: cônjuge ou companheiro (a); filhos menores de 21 (vinte e um) anos de idade ou, de qualquer idade, se pessoa com deficiência física ou intelectual; pais; irmãos menores de 21 (vinte e um) anos de idade ou, de qualquer idade, se pessoa com deficiência física ou intelectual. As despesas para a concessão do benefício virão da programação orçamentária Indenizações e Pensões Especiais de responsabilidade da União.

“O coronavírus não nos traz só números. Todos os dias vemos rostos, histórias e famílias que sofrem com a partida de seus entes queridos. E além dessa dor, as famílias mais vulneráveis vivem a incerteza de como a vida será a partir dali. Essa proposta vem trazer um olhar especial para essas pessoas, que precisam ter o mínimo de dignidade para continuar a vida”, finalizou Braide.

Duarte Júnior propõe energia gratuita a hospitais de campanha

O deputado estadual Duarte Jr (Republicanos) anunciou, nesta quinta-feira (7), indicação à Equatorial Energia Maranhão, sugerindo a isenção do pagamento de energia elétrica para os hospitais de campanha que estão sendo instalados no Maranhão, em São Luís e Açailândia.

Para o parlamentar, o apoio aos hospitais de campanha deve ser priorizado, já que representam um grande esforço do governador Flávio Dino, em parceria com a iniciativa privada, no combate à pandemia no Estado.

Duarte explica que a ideia surgiu em diálogo com o presidente da Equatorial, Augusto Dantas. “Solicitei que adotassem essa medida para uma contribuição efetiva nesse momento difícil que estamos vivendo. Sabemos também que são necessários muitos recursos para o enfrentamento dessa grave crise e, dessa forma, a concessionária estará contribuindo para suavizar gastos, gerando uma economia de recursos que poderão ser investidos, por exemplo, na compra de EPIs para os profissionais da saúde”, destacou.

Em Açailândia, o hospital de campanha contará com 60 leitos, sendo 53 de enfermaria e sete de UTI. Já em São Luís, a estrutura contará com 200 leitos, sendo 186 clínicos e mais 14 de UTI.

Flávio Dino reclama de críticas ao lockdown na Ilha de São Luís

O governador Flávio Dino (PCdoB), pelo visto, não tem recebido bem as críticas de que tem sido alvo em virtude das falhas no lockdown decretado na Ilha de São Luís.

Nesta sexta-feira (8), durante entrevista coletiva, ele não citou nomes, mas fez uma clara reclamação à parte da imprensa que tem-se mantido vigilante quanto à necessidade de endurecimento de medidas para fazer valer o bloqueio.

“Às vezes ouço críticas de que o lockdown não está funcionando. Porque há uma ideia falsa, talvez até um desejo de pessoas com más intenções, que nós iríamos promover uma espécie de regime mais duro do que o regime penitenciário, que haveria encarceramento em massa, que a polícia iria perseguir pessoas nos bairros e algemá-los, e arrastar ao cárcere”, destacou.

O governador afirmou que a polícia está autorizada a fazer cumprir o decreto, com medidas coercitivas até, mas apenas em último caso.

“Enquanto eu tiver a honra de governar o Maranhão, cenas insensatas não serão autorizadas. A Polícia está autorizada pelo Judiciário a adotar todas as medidas coercitivas necessária, porém, como último caminho”, completou, antes de disparar contra os críticos:

“Os mesmos que hoje criticam, atacam, às vezes, infelizmente, mentem sobre o lockdown, seriam os mesmos que estavam com seus celulares em punho, desejosos de filmar cenas de pessoas sendo algemadas na porta das suas casas”.

No 4º dia de lockdown em São Luís, taxa de isolamento caiu para 45% no Maranhão

A taxa de isolamento social no Maranhão caiu a patamares de antes da decretação do bloqueio total de atividades na Ilha de São Luís.

Os dados são da In Locostartup brasileira que monitora a movimentação de 30 milhões de celulares por geolocalização. Com isso, alcula-se o chamado Índice de Isolamento Social (IIS).

Antes do lockdown, no dia 3 de maio, um domingo, o ISS do Maranhão chegou 48,25%. Um dia depois, caiu para 43,98%.

No primeiro dia de bloqueio, em 5 de maio, o índice chegou 49,62% e manteve-se acima dos 49% nos dois dias seguintes.

Depois disso, voltou a cair ontem (8) – para 45,99% -, quando o governador Flávio Dino (PCdoB) decidiu anunciar rodízio de veículos na capital para a próxima semana.