Arquivo mensais:janeiro 2017

Moto e Sampaio podem desistir da Copa do Nordeste, segundo presidente da Federação Maranhense de Futebol

Moto e Sampaio podem desistir de continuar disputando a Copa do Nordeste, caso a Esporte Interativo, emissora de TV que detém os direitos de transmissão do torneio não reveja as cotas de patrocínio dos clubes maranhenses. O alerta foi feito nesta terça-feira (24) pelo presidente da Federação Maranhense de Futebol (FMF), Antônio Américo, em entrevista ao jornalista Técio Dominici, no programa Mirante Esporte levado ao ar, a partir do meio-dia na Rádio Mirante AM.

De acordo com Antônio Américo, tanto os clubes do futebol maranhense quanto os do Piauí (Ríver e Altos) que estão na competição, reclamam da disparidade do quanto repassa a emissora para os participantes, já que estes recebem apenas R$ 170 mil, enquanto os representantes dos demais estados (Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia) têm direito a uma cota de R$ 600 mil, ou seja, R$ 330 mil a mais.

Antônio Américo diz que nesta quarta-feira vai ao Rio de Janeiro onde participa de uma reunião na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para uma reunião com os dirigentes da emissora detentora dos direitos de transmissão a fim de rever essa partição do dinheiro. Caso o problema não seja contornado, Moto e Sampaio podem desistir de continuar jogando, já a partir da segunda rodada.

Vale destacar que o Sampaio estreia nesta quarta-feira (25) contra o Sport do Recife, às 19h45, na capital pernambucana, enquanto o Moto tem sua primeira partida marcada para quinta-feira (26), 21h45, em São Luís, no Estádio Castelo.

(Com imagem do Globo Esporte)

TRE abre inscrições para estágio em diversas áreas de conhecimento

Estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva nos cursos de graduação de níveis superior de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Biblioteconomia, Informática (cursos de nível superior na área de TI), Ciências Contábeis, Design, Direito, Engenharia Civil, Jornalismo e Publicidade e Propaganda e médio de técnico em Eletrônica, Informática, Eletrotécnica e Administração podem se inscrever em processo seletivo de estágio para o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.

As inscrições ocorrem a partir das 9h do dia 23 de janeiro até às 18h do dia 17 de fevereiro de 2017 no endereço eletrônico www.superestagios.com.br.

O objetivo é selecionar estudantes para estágio de complementação educacional a ser realizado no TRE-MA em atividades compatíveis com o tipo de formação acadêmica, possibilitando vivência, na prática, de conhecimentos teóricos. No entanto, o estagiário não poderá pertencer a diretório de partido político ou exercer atividades partidárias.

Importante destacar que o estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza com o Regional nem com o agente de integração e sua realização dar-se-á mediante Termo de Compromisso celebrado entre o estudante, a instituição de ensino e o Tribunal, por um período de 6 meses prorrogável a critério das partes pelo prazo máximo de até 2 anos.

O valor mensal da bolsa de estágio equivalerá ao do salário mínimo vigente e o estagiário receberá ainda auxílio transporte que deverá ser utilizado para custear despesas com deslocamento entre residência e TRE-MA na estrita quantidade de dias úteis previstos em cada mês. Também para efeito do cálculo da bolsa de estágio será considerada a frequência mensal do estagiário, deduzindo-se os dias de ausências não justificadas.

A carga horária do estágio será de 20 horas semanais distribuídas em jornadas de 4 horas diárias realizada, em regra, no período vespertino, de segunda a sexta-feira.

Quem pode participar

Poderá participar do estágio o estudante de nível superior que tenha cursado, no mínimo, 50% dos créditos obrigatórios do respectivo curso e tenha coeficiente de rendimento igual ou superior a 7. Para estudante de ensino profissionalizante de nível técnico regular será exigida a idade mínima de 16 anos e que já tenha concluído, no mínimo, 50% da carga horária total do curso.

Para os cursos de graduação de nível superior e para os de nível técnico serão formados cadastros de reservas para ingresso no quadro de estagiários do TRE-MA assim que surgirem vagas durante o prazo de vigência da presente seleção, sendo asseguradas 5% das vagas para estagiários portadores de deficiência, os quais deverão declarar essa condição no ato da inscrição.

Processo Seletivo

O processo seletivo será composto de prova objetiva, contendo 30 questões de múltipla escolha, sendo 15 de Língua Portuguesa e 15 de Conhecimentos Gerais. Cada questão terá 5 alternativas de resposta, sendo apenas uma correta, cujo acerto corresponderá a 1 ponto.

Será adotada, como critério de desempate, a atribuição de 1 por cada atuação como mesário em eleição ou a cada 100 horas de participação em cursos, palestras ou congressos, que tenham afinidade com o curso do candidato ao estágio, devendo o candidato enviar comprovante para o e-mail selecao@superestagios.com.br até o dia 17 de fevereiro de 2017 as 18h.

A prova objetiva será realizada no dia 12 de março de 2017, entre das 9h às 12h, de acordo com o que prevê o cronograma do processo. Para esclarecimentos de dúvidas, os candidatos poderão em contato pelo e-mail selecao@superestagios.com.br ou pelo chat online no portal da Super Estágios.

Conteúdo programático (todos os níveis)

Língua Portuguesa: Interpretação de texto; Textualidade e estilo; Norma culta e variantes; Coesão e coerência; Denotação e conotação; Figuras de linguagem; Vícios de linguagem; Fonética e fonologia: ortografia; acentuação gráfica; crase; Morfologia: classes de palavras e suas flexões; Sintaxe: pontuação; regência verbal e nominal; colocação pronominal; Correspondência administrativa: declaração, requerimento, memorando, ofício, portaria, relatório, ata e demais tipos de comunicação administrativa.

Conhecimentos Gerais: Aspectos geográficos, históricos, culturais, turísticos e econômicos do Estado do Maranhão; Lei do Estágio – Lei federal n. 11.788 de 25/9/2008; Regimento Interno do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão; Conhecimentos marcantes do cenário cultural, político, científico, econômico e social no Brasil e no mundo; Análise dos principais conflitos nacionais e mundiais. Assuntos de interesse geral – nacional ou internacional – amplamente veiculados, nos últimos 12 meses, pela imprensa falada, escrita ou televisiva, de circulação nacional ou local.

PMDB de Timon pede a cassação de Luciano Leitoa

Ludwing – Volta a esquentar o cenário político em Timon. O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), através do presidente do Diretório de Timon, ex-deputado Sétimo Waquim (foto) e por intermédio dos advogados Eliomar Feitosa, Pedro Marinho e Amanda Waquim acionaram a Justiça na segunda-feira (23) com uma Representação por captação e gastos ilícitos para fins eleitorais contra o prefeito Luciano Leitoa e seu vice, o comunista João Rodolfo.

Segundo a Representação do PMDB, a prestação de contas do candidato eleito Luciano Leitoa e seu respectivo vice têm “diversas ilegalidades perpetradas que as tornam eivadas de vícios insanáveis, em desacordo com a Lei Geral das Eleições”.

Acrescenta ainda que “tais condutas aqui narradas caracterizam captação e uso ilícito de recursos, inviabilizando o escorreito exercício da fiscalização sobre as contas de campanha pela Justiça Eleitoral, revelando-se uma prática que deve ser extirpada, uma vez que é ordinariamente utilizada como artifício para obter vantagem econômica com nítido potencial de viciar a vontade popular”.

No item Receitas da Representação existe um fato que chama a atenção. No documento informa que as doações foram praticamente feitas todas em apenas quatro datas, sendo que dentro do período de greve dos bancos 58 pessoas conseguiram ter acesso a agência para fazer a doação em espécie. Além disso, existem quatro doações de beneficiários do Programa Bolsa Família; doadores sem CPF; doações de pessoas sem capacidade financeira; presença de cheque sem fundos; gastos eleitorais antes da abertura da conta de campanha; quase 1.000 omissões eleitorais, o que pode caracterizar caixa dois etc.

Diante dos fatos narrados nas receitas e despesas da prestação de conta do prefeito Luciano Leitoa e do seu vice, João Rodolfo os advogados do PMDB requereram a Justiça a condenação dos representados, por captação e utilização ilícita de recursos (artigo 30-A da Lei das Eleições), com a consequente cassação dos diplomas e demais efeitos legais.

Servidores organizam ato contra privatização da Caema

Servidores da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) organizam um protesto contra a proposta de privatização do órgão.

Está marcada para o dia 2 de fevereiro, na sede da Asserca, o que os trabalhadores nomearam de “plenária sindical e popular contra a privatização da Caema”.

A venda da Companhia está em estágio de concretização. O Maranhão já deu a partida à contratação de estudos técnicos que definirão a modelagem para conceder a companhias à iniciativa privada.

“Pro cidadão não interessa de onde está vindo a água. Se a empresa é estadual, municipal ou concessão, o que interessa é que abra a torneira e saia água com um preço justo. Essa é nossa meta e por isso nós estamos com esses novos caminhos”, defende o governador Flávio Dino (PCdoB

Bacabal pode por João Alberto e Roseana em lados opostos

Do blog do Marco D’Eça

O prefeito de Bacabal, José Vieira Lins (PP), tem tentado o apoio da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) e de seus aliados, para se manter à frente  da prefeitura, na qual tomou pose em 1º de janeiro.

Segundo apurou o blog, Vieira entende que Roseana tem forças para barrar o ímpeto do senador João Alberto de Sousa (PMDB), e do seu grupo, que, segundo o prefeito, estaria atuando para inviabilizar sua gestão.

João Alberto é aliado do deputado estadual Roberto Costa (PMDB), que perdeu a eleição para Zé Vieira, mas aposta em uma decisão favorável da Justiça Eleitoral, devido aos problemas legais que o prefeito apresenta.

Para o prefeito, o fato de Roberto Costa estar muito próximo ao governo Flávio Dino (PCdoB) – inclusive votando praticamente todos o projetos governistas na Assembleia – pode levar Roseana a apoiá-lo.

Embora tenha sido negado pelos aliados do prefeito, ele esteve semana passada com a ex-governadora para tratar exatamente desta aliança.

E esta semana, as contas da prefeitura de Bacabal foram novamente bloqueadas para movimentação…

Prefeita de Bacabeira oficializa programa para zerar déficit habitacional

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Ao tomar posse na Prefeitura de Bacabeira, um dos primeiros atos da prefeita Fernanda Gonçalo (PMN), foi à oficialização do programa social de habitação “Nossa Casa”, destinado à complementação de construção de casas populares no município. Com a regulamentação do plano, a chefe do executivo bacabeirense pretende zerar o déficit habitacional na cidade nos próximos 4 anos.

Segundo dados do Censo 2010, último recenseamento demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Bacabeira possui 1.126 domicílios do tipo madeira aparelhada, madeira, palha aproveitada, taipa não revestida e revertida.

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Desenvolvido com recursos próprios do Município, o “Nossa Casa”, vai beneficiar essas 1.126 famílias, consideradas de baixa renda e que ainda não possuem moradia digna. Nas redes sociais, Fernanda Gonçalo destacou a visita que fez, nesse domingo (22), para alguns dos beneficiados. Ela disse o programa que visa realizar o sonho da casa própria é uma iniciativa de seu plano de governo.

— O “Nossa Casa” é um programa que fez parte das nossas propostas de governo e prevê a substituição das casas de taipa por casas de alvenaria — afirmou.

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Atualmente, oito unidades habitacionais estão em construção no município, sendo três casas em Peri de Baixo, duas na Vila Cearense, duas no Ramal do Abude e uma em Peri de Cima. A proposta tem por objetivo promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas. A iniciativa, além de contribuir para zerar o déficit habitacional, também possibilita a realização do sonho da casa própria para muitas destas famílias.

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COMO FUNCIONA?  
Com menos de um mês de implantação, o “Nossa Casa” que funciona sem sorteios, iniciou com beneficiários já cadastrados. No entanto, para ter direito ao beneficio, as pessoas interessadas que ainda não foram cadastradas devem procurar a Chefia de Gabinete na Prefeitura e fazer o cadastro com Capitão Lucas.

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COMO SURGIU?
Responsável por contribuir na redução de aproximadamente 75% do déficit habitacional existente no município de Santa Rita, o programa “Nossa Casa” foi instituído no ano de 2005 pelo prefeito Hilton Gonçalo (PCdoB), em seu primeiro mandato. Desde a sua implantação, o programa já construiu cerca de 3.000 casas populares, em sua maioria nas comunidades rurais e em bairros da periferia daquela cidade.

Governo e MP se opõem em relação ao Carnaval de rua

Flávio Dino e Cláudio Guimarães divergem
Flávio Dino e Cláudio Guimarães divergem

De O ESTADO – A possibilidade de realização, ou não, de festas de blocos de pré-carnaval das ruas de bairros de São Luís opôs, no fim de semana, o Governo do Estado e o Ministério Público num debate sobre a autoridade para a concessão das permissões para as brincadeiras.

A discussão teve início na semana passada, quando o promotor de Justiça Cláudio Guimarães, da 2ª Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial, emitiu um documento determinando a proibição da realização de festas de blocos pré-carnavalescos em espaços públicos nos bairros da capital.

A determinação foi expedida após reunião com membros da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Blitz Urbana e Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Segundo o representante do MP, há várias denúncias de casos de poluição sonora e ambiental desde o início do pré-carnaval na capital.

De acordo com o documento do MP, eventos de pré-carnaval em espaços públicos só podem ocorrer no Centro Histórico, na Madre Deus e no Aterro do Bacanga – mesmo assim com a proibição do fechamento dos espaços para a cobrança de ingressos.

De acordo com o que ficou definido na reunião, estabelecimentos que queiram sediar festas paga, mas que não tenham em seu contrato social a previsão de realização de eventos, devem iniciar a programação Às 16h e encerrar às 22h.

“Blocos privados no espaço público com fim de lucro não obterão as devidas licenças”, declarou Guimarães a O Estado.

Reação – Na sexta-feira, 20, o governador Flávio Dino entrou na polêmica. Durante participação numa transmissão ao vivo pelo Facebook, ele respondeu a um questionamento de um dono de bloco. E rebateu a recomendação do MP.

“Todos os blocos vão acontecer, o Governo do Estado é a favor de todos os blocos de rua. Há uma iniciativa de um promotor de Justiça, mas a nossa visão é diferente. Para nós a Carnaval tem que ser na cidade toda. Com organização, mas tem que ser na cidade toda”, declarou.

A afirmação foi vista como uma demonstração de que a recomendação às pastas responsáveis pelo licenciamento de eventos será para autorização das festas.

MAIS

A polêmica sobre a possibilidade, ou não, de realização de blocos carnavalescos nas ruas de São Luís começou após um bloco organizado em uma avenida do Cohatrac levar pelo menos 10 mil pessoas a uma área residencial, o que gerou protestos de moradores.

Promotor alerta secretários de Flávio Dino

Após a manifestação pública do governador Flávio Dino (PCdoB) sobre a recomendação do Ministério Público em relação ao pré-carnaval de rua em São Luís, o promotor de Justiça Cláudio Guimarães rebateu o comunista e fez uma espécie de alerta aos secretários dele.

Em áudio que circulou em grupos de WhatsApp na manhã de sábado, 21, ele disse que o governador estava “um tanto quanto desinformado” e que a intenção da sua recomendação é restabelecer o carnaval de rua tradicional.

“Não sei se esse áudio foi feito pelo Flávio Dino, mas se foi ele está um tanto quanto desinformado. O carnaval de rua, conforme deliberado, ele não está proibido, muito pelo contrário. Os órgãos de segurança querem que o carnaval de rua tradicional seja restabelecido. Que volte a ser como era antes, com suas charangas, suas marchinhas, blocos de sujo, etc..”, disse.

Segundo Guimarães, a orientação visa a proibir a emissão de licenças para blocos privados que estavam usando espaços públicos para as festas. Ele faz ainda uma espécie de alerta aos secretários de Flávio Dino.

“Na hora que alguém for responder por homicídio, o governador tá protegido pelo foro privilegiado e vocês, os licenciadores, não. E a corda, via de regra, só arrebenta do lado mais fraco. Então, tenham bom senso, porque vocês licenciarem um evento nessas condições é, no mínimo, um tanto quanto arriscado”, completou.

O promotor lembrou, ainda, que quem demandou a deliberação sobre a proibição de blocos nos bairros foi a própria Polícia Militar. E destacou que já há uma representação no MP contra a Blitz Urbana de São Luís por fatos ocorrido num bloco que reuniu cerca de 10 mil pessoas no Cohatrac.

Prefeitura de Alcântara realiza Ação para público da terceira idade

A prefeitura de Alcântara, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, em conjunto com as demais secretarias, realizou uma ações para beneficiar alcantarenses da terceira idade. As primeiras ações com os idosos serão iniciadas através de oficinas, tipo artesanato, pintura, entre outros temas voltados para o Artesanato de cerâmica. O projeto começará a partir de junho.

Para o Secretário Rogério Fernandes, as primeiras medidas já foram tomadas com o aval do prefeito Anderson Wilker. “Nosso foco imediato será por todos os órgãos que compõe a Assistência Social pra funcionar plenamente, dai depois disso partir pra ações pontuais com foco aos vários grupos” – destacou o gestor.

Essa foi uma explanação geral de como iniciar o trabalho na Assistência Social, que há muito tempo não funcionava no município de Alcântara. Para começar o projeto, foi iniciada uma conversa com os idosos, e depois com os portadores de necessidades especiais. Uma ação inédita na história de Alcântara.

Inicialmente a prefeitura vai atuar na zona urbana, mas com os avanços levará o projeto para as comunidades polos da zona rural do município. O projeto é pioneiro, e tem todo apoio do prefeito Anderson.

As Ações gerarão terapia e novas capacidades que podem aumentar a renda familiar do idoso, além de valorizar um grupo que estava desassistido e esquecido pelo poder público há décadas.

Para o prefeito Anderson Wilker, o momento é de planejamento e execução de trabalhos de urgência. “Estamos com uma equipe qualificada, e vamos trabalhar um planejamento para beneficiar todos os seguimentos da sociedade alcantarense. As crianças e os idosos são prioridades em nossa gestão” – destacou o prefeito.

Estiveram presentes na reunião, Maria do Nascimento (Adjunta da Assistência), Flor de Maria (Assessora), A Primeira Dama (Rayssa Araújo), Marcelina Serrão (Cultura e Turismo), Wemerson Martins (Esporte e Juventude) e Benedito Barbosa (Agricultura).

Árvore cai no centro comercial de São Luís e danifica estabelecimentos

Uma árvore não resistiu à ação do tempo e falta de manutenção e caiu na tarde desta segunda-feira (23), na Praça Deodoro, no centro comercial de São Luís. O local estava bastante movimentado no momento da queda por conta dos estabelecimentos e pontos de ônibus, mas ninguém ficou ferido, contudo três quiosques foram danificados.

O trânsito ficou complicado por conta da área que foi isolada pelo Corpo de Bombeiros e agentes de trânsito.

“O susto foi grande demais. No momento que a árvore caiu, não estava atendendo nenhum cliente. As pessoas ouviram estalos na árvore e nos alertaram”, disse uma funcionária de um dos quiosques identificada como Marinalva.

Funcionários que trabalham em estabelecimentos atingidos disseram que a situação não é nova. Galhos grandes de outras árvores já caíram em outras oportunidades. Desta vez, o estrago foi maior.

O Corpo de Bombeiros sugeriu à Prefeitura de São Luís, uma vistoria no local para evitar que outros episódios desta natureza não se repitam.

Em nota, a Prefeitura de São Luís limitou-se a dizer que “O Comitê de Limpeza de Urbana, da Prefeitura de São Luís, encaminhou uma equipe à Praça Deodoro para realizar a retirada da árvore”.

Brasil e Estados Unidos negociam uso do Centro de Lançamento de Alcântara

Três décadas de atraso VLS-1, no Centro de Lançamento de Alcântara. Missão começou em 1979, porém ainda não houve lançamento bem sucedido Divulgação Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)/DCTA – Divulgação/IAE/DCTA

O GLOBO – Após o fracasso na parceria com os ucranianos para o uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, que causou prejuízo de pelo menos meio bilhão de reais ao Brasil, o Palácio do Planalto está pronto para negociar o uso da base com os Estados Unidos. A ideia é oferecer aos americanos acesso ao centro de lançamento, cobiçado por sua localização rente à Linha do Equador, que diminui o gasto de propelente em cada empreitada especial, para, em troca, utilizar equipamentos fabricados pelos potenciais parceiros.

O uso dos modernos sistemas espaciais dos Estados Unidos, jamais obtidos pela indústria nacional, porém, não significará transferência tecnológica ao setor privado brasileiro. Pelo contrário: para que a negociação avance, o Brasil terá que aprovar uma lei que indique de forma técnica e pormenorizada a proteção que será dada a todo componente tecnológico manipulado em solo brasileiro. O mesmo texto precisa ser avalizado pelo Congresso americano. Se parte das exigências dos EUA forem alteradas pelos parlamentares do Brasil, e as mesmas forem consideradas insatisfatórias pelos congressistas americanos, não tem negócio.

O tema sempre esbarra na proteção à soberania nacional, uma vez que setores do Centro de Lançamento de Alcântara poderiam ficar inacessíveis aos técnicos brasileiros justamente pela proteção à propriedade intelectual do país parceiro. Foi esta a argumentação, que provoca polêmica entre diferentes setores dentro e fora do governo, que impediu o avanço da primeira tentativa de acordo, costurada ainda no segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

PROPOSTA ANTERIOR EMPERROU

À época, a proposta não avançou no Congresso Nacional. Os parlamentares consideravam o acordo desequilibrado e conflitante com as leis brasileiras. A maior crítica é que o governo dos EUA manteria controle sobre áreas segregadas em território brasileiro.

Agora, o país deve apresentar uma nova versão de Acordo de Salvaguardas Tecnológica ao Parlamento. O Ministério das Relações Exteriores avalia junto aos ministérios da Defesa. Ciência e Tecnologia e Agência Espacial Brasileira os termos que podem ser oferecidos aos americanos. A ideia é ser pragmático e propor um acordo que permita acelerar um acordo definitivo.

José Serra, ministro das Relações Exteriores, confirmou que oferecerá aos americanos um acordo. Segundo ele, esta é uma das primeiras providências nas relações com o novo presidente americano, Donald Trump.

— Vamos tomar a iniciativa de propor a reabertura de negociação em torno de vários acordos e tratados que não se concretizaram. Um deles se refere à base de Alcântara. O assunto foi muito debatido no passado e, agora, vamos tentar uma parceria — revelou José Serra.

O primeiro passo para que o diálogo avance foi dado com uma medida prática: o Planalto obteve vitória no Congresso para retirar da Casa o texto rejeitado há quase 15 anos. Como os Estados Unidos sempre foram resistentes à ideia de uma negociação que flexibilize o acesso de brasileiros aos locais sensíveis à proteção tecnológica, os diplomatas daqui devem entregar uma proposta sem tantas exigências. Assim, acreditam, o dispositivo de segurança nacional tem maior chance de não ser derrubado pelos parlamentares americanos.

Em dezembro, o plenário da Câmara de Deputados aprovou o fim da tramitação do texto antigo. Já neste mês, os ministério das Relações Exteriores e da Defesa começaram a elaboração de um novo acordo.

Em 2004, logo depois do incêndio nunca totalmente esclarecido que matou 21 técnicos e engenheiros que trabalhavam no lançamento do Veículo Lançador de Satélites (VLS) brasileiro, e, em 2012, quando o acordo com os ucranianos já dava os primeiros sinais de fracasso, o Brasil tentou retomar o acordo com os americanos. O Itamaraty fez as tratativas em absoluto sigilo, mas, em julho de 2013, entretanto, esse início de negociação foi suspenso.

As conversas estariam estavam avançadas, mas naufragaram por causa da redução no ritmo do diálogo bilateral entre o governo Dilma Rousseff e os americanos, depois da revelação que o serviço de inteligência dos Estados Unidos espionou o governo brasileiro.

— Há disposição para buscar soluções alternativas. A assunção de novo governo nos EUA poderia representar oportunidade para uma reavaliação do cenário, buscando-se ambiente de flexibilidade de lado a lado, em que novos entendimentos possam prosperar — contou um técnico do governo a par do assunto.

Sem citar nomes, José Serra criticou o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que optou por um acordo com a Ucrânia, para o lançamento de satélites da base de Alcântara, que ainda enfrenta obstáculos domésticos. O principal deles é a resistência das comunidades locais à expansão do centro de lançamento, hoje dentro do perímetro da base militar. O acordo com a Ucrânia foi rompido e ainda deixou um problema para o Brasil: como houve denúncia unilateral do tratado, ou seja, o Brasil optou sozinho por não prosseguir na empreitada com o país europeu, a Ucrânia pode — e já ameaçou fazer — exigir ressarcimento pelos prejuízos causados pela parceria mal sucedida.